12 Edição de DIALOGOS CULTURAIS DA ORIGEM PAN AFRICANA DO HIP HOP

E foi assim a 12  edição do evento criado pela Universidade Hip Hop e o Movimento Ubuntu salientando a origem Pan Africana, extrutura e conceito do Hip Hop que contou com a exposição de Beats, Break-Dance, Grafites, actuações musicais, vendas de CDs, livros Tchearts e outros acessoris de moda da cultura africana.

Decorreu com um dialogo cultural sobre o Afrocentrismo no anfiteatro da Universidade Gregorio Semedo, onde um dos grandes impulcionadores do Rap Nacional, Kool Klever dispejou grande parte do seu conhecimento relatando que o movimento visa trazer Amor, Paz, união e diversão com responsabilidade, por força das criatividades artisticas, umas com origem Norte-Americana como DJs, B-boys, Grafite e o Rap, a sincronizar com os ritmos africanos, a dança, a maneira de vestir e o estilo de vida.

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Xadrez angolano joga Olimpíadas na cidade de Batumi

A selecção angolana de xadrez embarcou hoje para a cidade de Batumi (Geórgia), onde de 24 de Setembro a 5 de Outubro disputa as Olimpíadas, com o propósito de dignificar o continente africano.

Inicialmente prevista para sexta-feira, a viagem aconteceu apenas ontem, por razões administrativas. Com o objectivo de ficar entre os três melhores de África na competição mundial, a caravana chefiada pelo secretário-geral da federação angolana da modalidade (FAX), Manuel Pedro, é integrada por oito xadrezistas, entre os quais Luciano Oliveira, Erickson Soares e Catarino Domingos (Mestres Internacionais), e Sérgio Miguel (especialista).

Presidente da República chega hoje em Nova Iorque

O Presidente da República, João Lourenço, chega hoje em Nova Iorque, onde participa na 73ª Sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas.

Um ângulo da sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, que acolhe a 73ª Sessão da Assembleia-Geral da ONU.

O Chefe de Estado, que deixou ontem Luanda, discursa na maior tribuna mundial na quarta-feira, segundo dia do debate geral. O Presidente João Lourenço é o décimo quarto orador do período da manhã. A Assembleia-Geral das Nações Unidas inicia na terça-feira o debate geral a nível de chefes de Estado e de Governo, para analisar temas da actualidade que preocupam a comunidade internacional. Em Nova Iorque, são esperados para a 73ª Sessão da Assembleia-Geral 88 chefes de Estado e 44 de Governo, que vão “desfilar” na maior tribuna mundial, para avaliar a implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

A sessão deste ano, que tem como tema “Tornar as Nações Unidas relevantes para todas as pessoas: liderança global e responsabilidades compartilhadas por sociedades pacíficas, equitativas e sustentáveis”, começa com o discurso da presidente da Assembleia-Geral, a equatoriana Maria Garcés, seguido da intervenção do Secretário-Geral da ONU, António Guterres. O Presidente do Brasil, Michel Temer, inaugura as intervenções dos chefes de Estado, seguido do anfitrião, Donald Trump. O ministro das Relações Exteriores, Manuel Augusto, referiu que esta sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas assume para Angola um “papel particular”, por ser a primeira em que o Presidente João Lourenço participa enquanto líder do país, apontando igualmente a existência de uma grande expectativa.

A expectativa da comunidade internacional, segundo o ministro, decorre da “importância geo-estratégica do nosso país, o seu papel do ponto de vista de reservatório de recursos naturais que são importantes para o desenvolvimento económico mundial”. “Há, de facto, esta grande expectativa que, felizmente para nós, tem sido sempre correspondida pela acção e pelo discurso do Presidente, que em muitos casos tem sido ultrapassada”, referiu Manuel Augusto, em declarações à imprensa à chegada a Nova Iorque.

Segundo o chefe da diplomacia, Angola vai aproveitar o evento também para passar a sua mensagem e interagir com os líderes dos outros países, “em busca de consensos que possam vir ao encontro dos nossos interesses nacionais, regionais e continentais”.
Além de discursar na Assembleia-Geral da ONU, o Presidente João Lourenço tem previstos encontros bilaterais. Os líderes mundiais vão, igualmente, discutir questões como as alterações climáticas, resolução pacífica de conflitos, reconstrução e fortalecimento dos Estados frágeis e em pós-conflito e desarmamento.

A reforma das Nações Unidas, incluindo o Conselho de Segurança, e a revitalização da Assembleia-Geral, direitos humanos, paz e segurança internacional e a reafirmação do papel central da ONU na governação global estão incluídos na agenda dos debates, que terminam a 1 de Outubro.

À margem do debate geral, está prevista uma sessão de alto nível sobre financiamento, questão que, segundo Manuel Augusto, é hoje muito relevante e actual, sobretudo com as últimas posições do Governo norte-americano, que cortou fundos a vários programas das Nações Unidas.

A esse propósito, o ministro das Relações Exteriores referiu que qualquer mudança na acção dos Estados Unidos da América, o maior financiador das Nações Unidas, determina alterações, nalguns casos com um impacto negativo, como por exemplo a nível das operações de paz. “É preciso que o resto da comunidade internacional encontre soluções para colmatar eventuais reduções da contribuição financeira dos EUA”, sublinhou.
Outro grande evento em que Angola estará presente é o relacionado com o centenário de Nelson Mandela, que vai ter também uma reunião de alto nível, na segunda-feira, denominada “Cimeira da Paz Nelson Mandela”.

Para além de marcar a efeméride, segundo a organização, o evento constitui uma oportunidade para reflectir sobre como a comunidade internacional pode assegurar que os seus ideais, princípios e valores sejam promovidos em prol da paz e estabilidade global.

Angola participa no encontro, segundo Manuel Augusto, não só porque a comunidade internacional assim o faz, mas sobretudo porque a referida comemoração tem a ver muito directamente com a realidade de Angola, pela contribuição que deu para a libertação da África Austral, conforme foi reconhecido recentemente pelos Chefes de Estado da SADC.

Mãos de ouro de Cabaça segura 1º de Agosto nas meias-finais

Em clara desvantagem na cotação da eliminatória, por ter pela frente o TP Mazembe, colosso africano, o 1º de Agosto escreveu ontem mais um capítulo dourado na história do futebol angolano, ao garantir a presença nas meias-finais da Liga dos Clubes Campeões, mercê do empate (1-1), em Lubumbashi.

Remate de Mongo dá vantagem na eliminatória e garante qualificação do 1º de Agosto

Dizem os cânones da bola que o “ranking” se mede em campo. Assim, depois de 180 minutos de uma disputa intensa pelo apuramento para a próxima etapa da competição, os tri-campeões angolanos mostraram ao continente de que massa são feitos. Rejeitaram o papel de animadores do banquete dos favoritos, com o prolongar da estadia na grande montra da modalidade.

Determinados em honrar a memória dos cinco adeptos que morreram no jogo da primeira “mão”, na maior enchente do Estádio Nacional 11 de Novembro, depois do Angola-Mali do CAN’2010, os militares do Rio Seco, orientados pelo sérvio Zoran Maki, fizeram valer a sua maior virtude, a coesão defensiva.

E, numa tarde de pouca estabilidade de Dani Masunguna, as mãos de Tony Cabaça mantiveram os rubro e negros firmes no sonho africano. Ben Malango, no primeiro tempo, e Trésor Mputu, no segundo, viram os penalties causados pelo “capitão” defendidos por um guarda-redes destemido, que encheu a baliza.

A presença em massa dos adeptos foi insuficiente para pressionar os jogadores do 1º de Agosto, que, como esperavam, conseguiram enervar o adversário, bem-sucedido aos 12 minutos, quando Jackson Muleka aproveitou uma tabelinha, à entrada da área, e colocou os congoleses democratas em vantagem na discussão do apuramento.

Por instantes, pairou a dúvida no ar. Os pupilos de Maki seriam capazes de regressar à eliminatória? A resposta foi afirmativa. O grupo soube sofrer e contrariar a arrogância dos donos da casa, empenhados em arrumar quanto antes a disputa do passe, com base no estatuto de líder do “ranking”  continental.

A resposta chegou aos 34 minutos, dos pés de Mongo, na transformação de um livre. Sylvain Oguou, guarda-redes internacional pela Costa do Marfim, ficou pregado ao solo e o narrador da Rádio 5 enganado pelo golpe de vista. A bola estava dentro da baliza.
O TP Mazembe, dominador em Luanda, começou a fazer contas à vida. Quase não se fez notar em casa, tudo porque os militares levaram a lição bem estudada, sobretudo no estrangulamento da engrenagem no meio campo, com a entrada de Macaia, que deu altura e músculo à equipa, no contacto físico.

De regresso à titularidade, Isaac fechou o corredor direito, enquanto Paizo respondeu à exibição de luxo de Guelor com apontamentos de elevado nível técnico e táctico. A dupla de laterais esteve à altura das exigências do desafio, apesar dos desequilíbrios pontuais na reposição defensiva.

No meio campo, Show e Ibukun foram muito interventivos no bloqueio do processo de construção dos “Corvos”, cujas investidas no ataque tiveram a oposição de Bobó, jogador habituado ao ambiente criado nas bancadas. Fez cortes providenciais.
Talento à solta

Afastado do primeiro jogo, por acumulação de cartões amarelos, Geraldo confirmou os receios do técnico Mihayo Kazembe. O médio criativo agitou os flancos, deixando em apuros a defesa que esteve relaxada em Luanda, dada a falta de nervo no ataque do campeão angolano lançado por Zoran Maki.

Ficou claro que o desempenho da equipa é totalmente diferente, quando o extremo está em campo. Os defensores adversários tiveram de recorrer à falta para travar a vertigem criada pelo fantasista, que trata a bola com invulgar familiaridade.

Na partida dirigida por Mehdi Abid Charef, auxiliado por Adbelhak Etchiali e Mokrane Gourari, todos da Argélia, Zoran Maki fez alinhar Tony Cabaça; Paizo, Dani Masunguna (cap), Bobó e Isaac; Macaia, Show (Yisa, 75 min), Ibukun (Buá, 90+1 min), Geraldo e Mongo (Mário, 82 min); Jacques, quando Mihayo Kazembe apostou em  Sylvain Oguou; Jean Kasusula, Issama Mpeko, Mputu Mabi e Nathan  Sinkala; Chongo Kabaso e Kevin Zatu; Koffi Kouame (Mika Michee, 79 min), Jackson Muleka (Glody Likonza, 61 min) e Rainford Kalaba (cap) (Elia Mechak, 46 min); Ben Malango.

Esperance de Túnis
A passagem da eliminatória leva o 1º de Agosto a reencontrar o Esperance de Túnis, seu carrasco na final da Taça dos Vencedores das Taças, perdida em 1998, em pleno estádio da Cidadela.
A formação tunisina derrotou ontem, na outra partida dos quartos-de-final, os compatriotas do Étoile du Sahel, por 1-0, resultado que reforçou o 2-1 da primeira “mão”.

NGA – Filho das Ruas II (Álbum) 2018

 

O álbum “Filho das Ruas 2” conta com participações de Srta Paola, Hélvio, Deezy e Prodígio. Fique aqui com esse grande projecto e segundo volume do álbum Filho das Ruas do NGA, como sempre não se esqueça de deixar a sua opinião e comentários.

Artista: NGA
Álbum: Filho das Ruas II
Género: Hip Hop/Rap
Formato: Mp3
Qualidade: 320 Kbps
Produtora / Produção: Dope Muzik
Ano de Lançamento: 2018
Tamanho: 67.7 MB

LISTA DAS MÚSICAS

  1. NGA – Intro
  2. NGA – Irmandade
  3. NGA – Depois do Amor (Feat. Srta Paola)
  4. NGA – Estrelas (Interlúdio)
  5. NGA – Tatuagens Cicatrizes amp Diamantes (Feat. Hélvio amp Deezy)
  6. NGA – Todos os Dias (Feat. Deezy)
  7. NGA – A Luta Continua
  8. NGA – Olho por Olho (Feat. Prodígio)
  9. NGA – Tu No Sabes
  10. NGA – Perfeito

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João Lourenço realsa o combate à corrupção, o nepotismo, a bajulação e a impunidade…

JLOU

Há um legado de José Eduardo dos Santos que tem de ser apagado, apesar das palmas , dos agradecimentos e da medalha que lhe foi dada no congresso do MPLA onde deixou de ser presidente do partido e foi eleito para o lugar, por 98,59% dos votos, João Lourenço, Presidente do país.

No discurso directo ao assunto que fez a encerrar os trabalhos, João Lourenço nomeou os problemas de Angola, os mesmo problemas do MPLA, que governa o país desde a independência, em 1975 e não tentou sequer suavizar as culpas do seu antecessor na liderança do partido e do país.

“Temos todos consciência de que só construiremos um futuro melhor se tivermos a coragem de corrigir o que está mal e melhorar o que está bem”, disse, antes de nomear os males.

“A corrupção, o nepotismo, a bajulação e a impunidade que se implantaram no nosso país nos últimos anos e que muitos danos causam à economia, porque minam a reputação e a credibilidade do país “.

A sala do congresso, que a televisão estatal TPA, e a privada TV Zimbo transmitiram em directo, rebentou em aplausos, mas as palavras seguintes de João Lourenço puseram muita gente em pé .

“Estes males são o inimigo público número um contra o qual temos o dever de lutar e vencer. Nesta luta, o MPLA deve assumir o papel de líder, mesmo que os primeiros a tombar sejam altos militantes e altos dirigentes do partido (…), os que tenham cometido crimes ou que, pelo seu comportamento social, estejam a sujar o bom nome do partido”.

Pouco antes do curto discurso de João Lourenço, assistiu-se a uma cerimónia de passagem de testemunho, com José Eduardo dos Santos a passar a João Lourenço uma tocha vermelha e amarela, as cores do partido. Uma voz off ia dizendo que ali estava o exemplo da transição pacífica do poder no MPLA. Foi pacífica no cerimonial e no discurso que abriu o congresso e que foi feito por José Eduardo dos Santos, em que assumiu que, como toda a gente, cometeu erros, mas sai “de cabeça erguida”.

A herança de Neto e a memória de Ilídio Machado e Mário Pinto de Andrade

Porém, João Lourenço não quis deixar que o congresso fosse uma cerimónia de homenagem ao percurso e muito menos ao legado do antecessor. Agradeceu-lhe, porque “trouxe a paz e a reconciliação entre irmãos desavindos”. Mas foi a herança de Agostinho Neto que lembrou de forma mais demorada. “Homenagear Neto é algo que deve acontecer todos os dias das nossas vidas”, disse João Lourenço sobre o primeiro Presidente de Angola. Garantiu que no centenário de Neto, a 17 de Setembro de 2022, acontecerá uma “homenagem maior”.

O conclave, segundo a sua resolução final, decidiu que o MPLA deverá homenagear, em tempo oportuno, Ilídio Machado e Mário Pinto de Andrade. O MPLA passa a contar, assim, oficialmente, na sua história, com cinco presidentes, nomeadamente Ilídio Machado, Mário Pinto de Andrade, Agostinho Neto, José Eduardo dos Santos e, doravante, João Manuel Gonçalves Lourenço.

“Agradeço o facto de a Direcção do Partido ter apostado mais uma vez na minha pessoa como candidato ao cargo de presidente do MPLA, e de ter merecido o voto de confiança da grande maioria dos delegados deste congresso, em representação de toda a massa militante, que acaba de me eleger como o quinto presidente do Glorioso MPLA, depois de nomes como Ilídio Tomé Alves Machado, Mário Coelho Pinto de Andrade, António Agostinho Neto e José Eduardo dos Santos, para os quais peço uma efusiva salva de palmas”, afirmou João Lourenço.

Fonte : Público.